Era uma noite quente de verão, e a brisa suave entrava pela janela aberta do apartamento de Kylian. Ele estava sentado no sofá, com uma camiseta folgada e um copo de vinho na mão, quando Julia chegou. Ela entrou como sempre fazia, sem bater, como se aquele também fosse seu lar. Seus cabelos cacheados estavam soltos, e ela usava um vestido leve que dançava ao redor de suas pernas a cada movimento.
“Oi, safado,” ela disse com um sorriso malicioso, jogando suas chaves na mesa de centro. Kylian riu, levantando-se para abraçá-la. Eles sempre foram próximos, mas ultimamente algo mudara entre eles. Um olhar mais demorado, um toque mais intencional. A amizade deles estava à beira de algo mais, e ambos sabiam disso.
“Julia, você está linda hoje,” ele murmurou, seus olhos percorrendo seu corpo antes de encontrar os dela. Ela corou levemente, mas manteve o contato visual, desafiando-o.
“Você sempre diz isso,” ela respondeu, brincando, mas sua voz estava mais suave do que o normal. Kylian sentiu algo dentro dele se apertar. Ele não conseguia mais ignorar o que sentia por ela.
Ela se aproximou, pegando o copo de vinho da mão dele e dando um gole. “Você está bebendo sozinho? Que deprê,” ela zombou, mas havia uma doçura em seu tom. Kylian sorriu, pegando o copo de volta e colocando-o na mesa. Ele não queria mais distrações.
“Julia,” ele começou, sua voz grave e séria. Ela parou, olhando para ele com uma expressão curiosa. “Eu não consigo mais fingir que você é só minha amiga.”
Ela ficou em silêncio por um momento, seus olhos escaneando o rosto dele como se tentasse decifrar suas intenções. Então, lentamente, ela colocou uma mão em seu peito, sentindo o coração acelerado dele sob a camiseta.
“Eu também não,” ela admitiu, sua voz quase um sussurro. Kylian sentiu um alívio imenso, seguido por uma onda de desejo. Ele puxou ela para perto, seus lábios encontrando os dela em um beijo que foi ao mesmo tempo doce e ardente. Era como se todos os anos de amizade, todas as piadas, todos os momentos compartilhados, tivessem levado a isso.
Julia respondeu ao beijo com igual intensidade, seus dedos se enrolando no cabelo dele. Eles se moveram em sincronia, como se sempre tivessem pertencido um ao outro. Kylian a levantou, e ela envolveu as pernas em torno de sua cintura, rindo baixinho contra seus lábios.
“Você é tão clichê,” ela disse, mas ele podia ouvir a empolgação em sua voz. Ele a levou até o quarto, deitando-a suavemente na cama. Ele a observou por um momento, seus olhos escuros cheios de admiração.
“Você é incrível,” ele disse, sua voz cheia de emoção. Julia sorriu, puxando ele para baixo para outro beijo. Dessa vez, foi mais lento, mais exploratório. Suas mãos se moveram sobre os corpos um do outro, descobrindo cada curva, cada músculo.
À medida que a noite avançava, eles se perderam um no outro, explorando uma conexão que sempre estivera lá, mas que nunca haviam admitido. Era mais do que apenas físico; era emocional, espiritual. Eles riam, sussurravam, e compartilhavam segredos que nunca haviam contado a mais ninguém.
Quando o sol começou a nascer, eles estavam deitados lado a lado, os dedos entrelaçados. Julia virou a cabeça para olhar para Kylian, um sorriso tranquilo em seus lábios.
“Então, o que isso significa para nós?” ela perguntou, sua voz suave. Kylian sorriu, apertando sua mão.
“Significa que eu te amo,” ele disse simplesmente. Julia sentiu seu coração acelerar novamente, mas dessa vez, era de felicidade.
“Eu também te amo,” ela respondeu, e eles se beijaram mais uma vez, sabendo que isso era apenas o começo de algo incrível.
Kylian Cria arrombou a buceta da Julia e deixou ela toda molhadinha, confere só.